René Magritte

agosto 31, 2008

“My painting is visible images which conceal nothing; they evoke mystery and, indeed, when one sees one of my pictures, one asks oneself this simple question ‘What does that mean’? It does not mean anything, because mystery means nothing either, it is unknowable.” - René Magritte

Art Porn #2

agosto 24, 2008

Magritte

Magritte

What is your fear !?

agosto 24, 2008

Mark Ryden

Mark Ryden

I’m afraid !?

agosto 24, 2008

“Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.” – Platão

Reproduction Interdite, La - Magritte

Reproduction Interdite, La - Magritte

I can’t to talk !?

agosto 24, 2008

Dumb !?

agosto 24, 2008

old

agosto 23, 2008

I’m between me and the balance !?

Jackson Pollock - 'Eu não pinto a natureza, eu sou a natureza'.

Jackson Pollock - Eu não pinto a natureza, eu sou a natureza

fuck

agosto 20, 2008

Fazer um negócio de fuder, dinheiro e mulher é foda.
Você larga tudo para se dedicar.
O problema é que vc não vive só disso !?

I don’t know to dance

agosto 2, 2008

I’m sad because I don’t know to dance or I don’t know to dance beacuse I’m sad !?

Saudade

agosto 1, 2008

Art Porn #1

julho 30, 2008

Pornocha is Fantastic #1

Artist: Pornocha

Zeca Camargo escreveu em seu blog há 2 dias atrás a seguinte frase: ” … No geral, as pessoas não mais escrevem – e, logo, não mais recebem – cartas. E, mais triste de tudo, talvez nem estejam ligando para isso… “

Quem escreve os e-mails, blogs e o orkut? Se juntassemos os e-mails, todos os textos dentro dos blogs publicados hoje  + os seus comentários e tudo que está publicado no orkut escrevessemos em páginas com fonte 8 pt e empilhássemos vc acha q seria de q tamanho?

Esse post fez me lembrar uma conversa que tive com um amigo meu ontem no bar !?

Clique aqui e leia o bom e sempre atualizado blog de Zeca Camargo (sem ironias). Leio Sempre.

apenas para constar

julho 30, 2008

Frank Sinatra Jr. seguiu o exemplo do pai que, em sua passagem pelo Brasil em 1980, havia recebido uma camisa do Flamengo. O filho do cantor, que se apresentou em Salvador nesta semana e ainda virá ao Rio de Janeiro, ganhou o presente do conselheiro Joca Goes e prometeu vesti-la na apresentação que vai fazer na Cidade Maravilhosa.

Frank Sinatra Jr. seguiu o exemplo do pai que, em sua passagem pelo Brasil em 1980, havia recebido uma camisa do Flamengo. O filho do cantor, que se apresentou em Salvador nesta semana e ainda virá ao Rio de Janeiro, ganhou o presente do conselheiro Joca Goes e prometeu vesti-la na apresentação que vai fazer na Cidade Maravilhosa.

Clique aqui e leia matéria completa.

às avessas

julho 30, 2008

Protesto na Ucrânia

Protesto na Ucrânia - Alguma mulheres protestaram na ucrânia contra o turismo sexual vestindo-se de prostitutas. Se vc é homem, vc está com vontade de pegar um avião e ir para Ucrânia ou fazer coro ao protesto delas !?

Vejam essa?

Vejam essa !?

de repente

julho 30, 2008

Lendo algumas coisas sobre a verdade (ou mentira) que cerca a arte encontrei o texto abaixo de “Diego Viana” em seu Blog. Apesar de longo, não sei se isso vale como uma crítica ou um aviso, indico a leitura pela visão lúcida que desmembrou algumas representatividades da arte (se existe arte) com o homem !?

Já ouvi dizer, inúmeras vezes, que a arte é inútil. E está certo. Aliás, certíssimo. Embora um olhar panorâmico revele uma infinidade de funções ou utilidades possíveis para a arte, embora se possa perfeitamente ver nela muito de educativo, político, catártico, psicológico e assim por diante, embora o ser humano seja incapaz de viver sem um mínimo que seja de arte, ela é, sim, algo inútil, naquilo que tem de mais profundamente artístico, naquilo que faz com que ela seja propriamente arte, e não propaganda, manual, análise, teoria. Quando vemos utilidade na arte ou arte na utilidade, é porque uma contaminou a outra. Talvez a ponto de se tornarem inseparáveis, tudo bem, ou de se potencializarem mutuamente. Mas o elemento propriamente artístico, precisamos ter sempre em mente, é inútil e ponto final.

É importante precisar que falo de um inútil muito específico, que é justamente, veja só o nome, o sentido utilitarista do termo. Discursando como um bom economista, coisa que nunca fui, mesmo quando era, de fato, economista, a arte não aumenta o bem-estar de nenhum agente racional. Veja como é curioso: duas das definições que são mais usadas para classificar o ser humano são incompatíveis entre si: somos, por um lado, racionais (em algum lugar, deve existir essa razão). Por outro, somos o único ser vivo que produz arte, aquilo de mais irracional e inútil que existe. O humano, pelo visto, não é assim tão fácil de definir.

Fui atacado muito recentemente com a constatação da inutilidade da arte, quando, discutindo com um amigo que faz toda questão de gostar do que a vida oferece de melhor, mencionei de passagem que a gastronomia é inútil. Que me importa, poderíamos dizer, se o molho da vitela está esplêndido e vai muito bem com um Chianti sei lá qual? Quero mesmo é que encha a barriga. O mesmo vale para a moda: e daí que o casaco verde me deixa com um ar ridículo e meio gordo? Preciso dele para me esquentar. E, claro, o futebol: e daí que o Fla-Flu da próxima semana vai decidir o campeonato? Futebol, com todas as suas angústias e vibrações, não serve para nada. É inútil, inútil, inútil.

E a resposta do fulano foi: é claro que é inútil, mas não é mais inútil do que ler e declamar os sonetos de Bocage ou contemplar uma paisagem de Van Gogh. Debater temas artísticos, então, nem se fale. É como discutir o sexo dos anjos; não se pode chegar a conclusão alguma. Com essa última frase, eu não poderia concordar mais. Não há maior panaca do que um desses diletantes metidos a críticos, ou esses críticos metidos a críticos, que querem decretar uma interpretação ou uma avaliação específicas da arte, como se ainda vivêssemos no século XVIII.

Foi quando me dei conta de como o humano, esse ser racional e tão escatologicamente espiritual, é dado a coisas inúteis. Voltando ao discurso de um economista radical, nossa espécie é um desastre. Somos incapazes de maximizar nosso potencial produtivo. No velho dilema entre a manteiga e os canhões, já preferimos os segundos, depois os trocamos pelos quadros, depois os carros esporte, depois os vestidos de luxo, depois os pequenos aparelhos que fazem “bip” e tocam 600 músicas diferentes. Sem contar que a própria manteiga, a rigor, é um luxo desnecessário, já diria um cínico da monta de Diógenes, que jogou fora seu último bem, uma cuia, quando concluiu que era capaz de beber água usando apenas as próprias mãos.

Qualquer doutrina de maximização, utilidade ou eficiência sempre escorregará nesse aspecto de nossa gloriosa e trágica espécie. Somos incapazes de maximizar, e muito orgulhosos disso. Somos lindamente, esplendorosamente ineficientes. Viva! Que tolos somos, não? Se, em vez de investir em nossa produtividade, no aumento da oferta de bens, entregamo-nos aos mais vazios dos vícios, como o desespero de uma partida de futebol, a sutileza de uma escultura monumental, as delícias de um vinho bem envelhecido, os questionamentos sobre o insondável sentido e a remota origem da vida, a elegância de uma mulher bem cuidada.

Mas, antes que censurem toda a nossa raça, quero chamar atenção para o outro lado da questão: quem mais é capaz do inútil, senão os humanos? Que outra espécie vive de interesses que não têm uma finalidade prática bem definida? Algum dia vamos ver um cão, um cavalo ou um leão que façam algo de suas existências que não vise matar a fome, procriar, dormir e se proteger? Tanto esforço se faz, na biologia, na filosofia, na psicologia, para traçar a definitiva fronteira entre homens e animais, sem chegar a uma solução que não seja meramente quantitativa (o homem é mais inteligente, tem uma linguagem mais complexa e uma habilidade manual mais desenvolvida). Talvez fosse o caso de procurar por aí. Nós, as pessoas, fazemos coisas inúteis durante a maior parte do nosso tempo, seja por prazer, impulso ou passa-tempo. O útil, no mais das vezes, é passageiro e soterrado por uma enorme camada de inútil enfeitado.

Por isso, quando como, dificilmente estou apenas pensando em matar a fome. Ou quero ter um prazer específico, o gastronômico, ou quero que alguma outra atividade a que eu me dedique, por exemplo, escrever, a mais inútil de todas, não seja interrompida por um aperto do estômago. Se me visto, não é apenas pelo frio, mas porque não quero ser encarcerado por atentado ao pudor, ou porque quero ter uma aparência bacana, seja para atrair fêmeas (com as quais posso querer copular, jamais procriar), seja para conseguir um bom emprego. Ô coisa inútil, o emprego! Se eu fosse me fiar pelo útil, comeria sempre batata, jogaria qualquer pano sobre as costas e moraria na primeira caverna que me aparecesse.

A partir de agora, pensarei duas vezes antes de criticar qualquer coisa, objeto ou atitude, pensamento ou empreitada, seguindo a lógica de que aquilo “é inútil”. Eu mesmo passo quase todo meu tempo absorto em enormes inutilidades. A própria crítica, aliás, é inútil. Se eu fosse me dedicar apenas ao útil, nem me preocuparia com o inútil alheio, ora pois não.

Ao mesmo tempo, como tudo na vida, mesmo o inútil tem limites. E ele se chama fútil. Como definir o fútil? Ainda não sei, mas ele certamente existe. Porque mesmo o inútil se presta a algo. É graças a ele que mantemos nossa vontade de viver, realizar algo, manter-nos em movimento. Saídos das selvas e savanas, ou da animalidade, como diria Rousseau, é para as coisas inúteis que transferimos a maior parte da pujança de nossa vontade. E a vontade, advertiram Schopenhauer, Nietzsche e Freud, é a mais perfeita tradução de nossa força vital. Sem a dedicação a coisas inúteis, mas às vezes belas, às vezes sublimes, às vezes apenas interessantes, como a arte, o amor, o esporte e a política, o que seria nossa vida, senão uma pasmaceira insuportável?

Chamamos algo de fútil quando temos a sensação de que esse movimento em direção ao inútil vai longe demais. Quando nos parece que uma determinada inutilidade não se presta nem a purgar as misérias, nem a elevar a alma, nem a proporcionar um prazer que só nós, humanos, podemos ter. Em resumo, quando sentimos que o objeto de nossa atenção é vulgar e prejudicial à deliciosa vacuidade da vida humana, apenas por ser ainda mais vazia.

Assim sendo, mesmo ainda incapaz de delimitar o que seja o fútil em comparação ao inútil, sinto-me no direito de alterar a fórmula de meu desprezo, minha crítica e minhas esnobadas. Em vez de classificar alguma coisa de “inútil”, direi simplesmente, no tom mais cáustico que minha glote puder formular, que é fútil. Nada mais.

Tears

julho 23, 2008

I need my dreams
I need my words
I need my love !?

My Days. Today.

julho 23, 2008

calm
dog
no cigarettes
telephone
wish
no no no no no no
car work
telephone
cigarettes
ugly food
little time
cigarettes
home dog
films love
cigarettes
calm
hope. waiting !?

Hello!

julho 20, 2008

Me disseram q para meu blog ser indicado em outros blogs eu precisava escrever alguma coisa !?